quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

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Minas Gerais Tem o Segundo Melhor Índice de Criação de Empregos do País em 2011


O governador Antonio Anastasia comemorou os resultados da geração de emprego em Minas, no ano passado. Segundo pesquisa divulgada nesta terça-feira (24), pelo Ministério do Trabalho e Emprego, o Cadastro Geral de Emprego e Desemprego (Caged) registrou, em 2011, a criação de 206.402 empregos com carteira assinada em todo o Estado. Segundo o Ministério do Trabalho, entre os 27 estados da Federação, Minas Gerais só perdeu para São Paulo na geração de postos de trabalho. Em todo o Brasil, foram criados 1,94 milhão de empregos formais em 2011.


O setor de Serviços, com 103.923 postos, foi o que mais gerou empregos no ano passado em Minas, seguido por Comércio (47.170), Indústria de Transformação (26.015) e Construção Civil (13.965 postos). Na Região Metropolitana de Belo Horizonte de Belo Horizonte foram 88.217 empregos formais no ano de 2011.




O resultado de 2011 em Minas foi o segundo maior desde 2003. É a segunda vez, no mesmo período, que o saldo de empregos ultrapassa a marca de 200 mil vagas criadas em um só ano. Em 2010, foram criados, no Estado, 297 mil empregos, enquanto, no Brasil, o número chegou a 2,35 milhões.


Segundo o governador Antonio Anastasia, o desempenho reflete os esforços que estão sendo feitos pelo Governo de Minas, no sentido de criar um clima favorável aos investimentos no Estado, ao mesmo tempo em que procura atrair empreendimentos que produzam com maior valor agregado.


“No âmbito do governo, temos procurado focar a atuação naquelas atividades finalísticas e que possam permitir a geração de empregos no setor privado. Essa é a nossa obsessão e continuará sendo a número um, porque a geração de empregos de qualidade significa que a riqueza vai ser ampliada, vai circular, permitindo o aumento da atividade econômica e, a médio prazo, mais tributos e melhor infraestrutura para o Estado como um todo.


Mesmo com a ampliação da crise internacional e seus reflexos em nossa economia globalizada, conseguimos manter o ritmo de geração de postos trabalho formais. A expectativa é que, neste ano, Minas consiga manter os níveis de investimento privado, que contribuirão para a continuidade do processo de desenvolvimento socioeconômico, por meio do trabalho e da qualificação profissional”, afirmou o governador.



Para o secretário de Estado de Trabalho e Emprego, Carlos Pimenta, os dados apresentados apontam que Minas está no caminho certo. “Trabalhamos muito durante o ano de 2011 na ampliação da rede de atendimento ao trabalhador, formada pelas 128 unidades do Sistema Nacional de Emprego (Sine), para oferecer ao cidadão mineiro as melhores oportunidades de trabalho. A Secretaria de Estado de Trabalho e Emprego tem se empenhado para cumprir a missão dada pelo governador Antonio Anastasia, que quer oferecer, cada vez mais, empregos de qualidade para toda a população”, explicou o secretário.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Governo de Minas Leva Programa Antitabagismo para Municípios do Interior


O Programa de Cessação do Tabagismo, já incorporado às ações do Governo de Minas de proteção à saúde do servidor, será levado em 2012 a municípios do interior do Estado. A partir do mês de março, Uberlândia, no Triângulo Mineiro, será a primeira cidade a contar com a equipe preparada para fazer o tratamento dos interessados em abandonar o cigarro. Em maio, o programa irá para Divinópolis e, em agosto, chegará a Sete Lagoas.


De acordo com a assessora médica da Diretoria Central de Perícia Médica, Alba Machado de Sá, coordenadora do programa, além das cidades do interior, a partir de 2 de fevereiro, novos grupos de tratamento serão iniciados também no edifício Maletta, no centro da capital, onde funciona a Superintendência Central de Perícia Médica e Saúde Ocupacional e, em seguida, em data a ser definida, na Cidade Administrativa de Minas Gerais.




O Programa


Com duração de sete semanas e periodicidade semanal, o projeto-piloto de cessação do tabagismo foi lançado junto aos servidores da Cidade Administrativa em 31 de maio do ano passado, Dia Mundial sem Tabaco, com a realização de uma palestra de sensibilização.


Posteriormente, foram formados os grupos de terapia cognitivo- comportamental com os tabagistas, quando 106 servidores aderiram ao programa, sempre acompanhados de um médico e um psicólogo.


Segundo a médica Alba Machado de Sá, na maioria dos casos é necessário recorrer à medicação para o interessado abandonar a dependência do cigarro. A médica ressalta que a parceria, formada com as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedese) e de Saúde (SES), entre outras, possibilita o fornecimento do remédio “totalmente gratuito”.

O programa prevê ainda consultas médicas para a avaliação do tabagista e distribuição de material didático informativo. É primordial a presença do participante em todos os encontros.


Pesquisa


O interesse pelo programa com o projeto-piloto na Cidade Administrativa foi medido pela pesquisa aplicada antes de seu início. Dos 439 servidores que responderam à enquete, 53% demonstraram o desejo de deixar o cigarro, mas ainda não haviam decidido quando, e 43% se mostraram prontos a abandonar a dependência. Apenas 4% responderam não querer parar.


Entre os 106 servidores que aderiram ao programa, 81,55% conseguiram parar de fumar. Durante um ano, eles serão acompanhados pela equipe coordenadora do projeto e, apenas depois desse período, poderão ser considerados oficialmente ex-tabagistas. Ainda segundo a avaliação, a iniciativa do programa antitabagismo foi avaliada como “ótima” ou “boa” por 99% dos participantes.


Inscrições


As inscrições para o programa poderão ser realizadas por meio do site da Seplag no link servidor, ou por meio do sítio eletrônico www.planejamento.mg.gov.br/tabagismo.asp


As vagas são limitadas e os primeiros inscritos terão prioridade na participação do programa.


Para a coordenadora Alba Machado de Sá, o programa antitabagismo trará diversos benefícios aos servidores e ao próprio Estado, tanto do ponto de vista da saúde dos servidores quanto do econômico. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o tabagismo ativo é a principal causa de morte evitável no mundo e o passivo, a terceira. Um estudo da Fundação Osvaldo Cruz mostra que o cigarro é responsável por um prejuízo anual de R$ 338 milhões ao sistema público de saúde.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Para o senador, governo do PT promove o continuísmo

Aécio Neves diz que PSDB é o partido com a coragem
Necessária para mudar o Brasil






O senador Aécio Neves (PSDB/MG) afirmou, nesta segunda-feira (07/11), que o governo do PT tem promovido o continuísmo nos últimos anos. Para ele, o Brasil precisa de uma nova agenda com novas propostas e o PSDB é o partido com a coragem necessária para construí-la.


“Houve um continuísmo exagerado. Não tenho dificuldade sem dizer que no governo do presidente Lula aconteceram acertos. O principal deles foi a contrariedade, o esquecimento do seu discurso até a eleição e a apropriação, sobretudo, da política macroeconômica do presidente Fernando Henrique, com a Lei de Responsabilidade Fiscal, tão rebatidas por eles e, agora, por eles apropriadas. Nós, que construímos esse tripé macroeconômico, de metas de inflação, de câmbio flutuante, superávit primário, quer estituímos o arcabouço de toda a política macroeconômica que vem sendo executada, temos a responsabilidade de ousar mais. No momento em que o PT abdica de um projeto de país para se dedicar exclusivamente a um projeto de poder custe o que custar, caberá o PSDB fazer o que inicia aqui hoje, propor uma nova e ousada agenda para o País”, disse.


Aécio Neves também criticou o inchaço da máquina pública federal, hoje com 39 ministérios. Ele defendeu a profissionalização do setor público, lembrando o Choque de Gestão, iniciativa de seu governo em Minas Gerais que saneou as contas públicas, aumentou os investimentos sociais e estabeleceu metas e bonificações para os servidores públicos.


“Quando se profissionaliza o setor público, os resultados vêm. Eu, como tantos que estão aqui, ouvi pela primeira vez essa expressão utilizada na política, o ‘choque de alguma iniciativa’, quando Mário Covas era nosso candidato à Presidência. De lá para cá, nos apropriamos um pouco dela.Cunhamos, em Minas Gerais, o Choque de Gestão, hoje uma expressão nacional. Mas o que falta hoje no Brasil é um choque de profissionalismo na gestão pública. É inconcebível que tenhamos, hoje, quase 40 ministérios. Para quê? Para que ministérios, como o do Esporte, tenham 75% dos cargos de livre nomeação ocupados pelos companheiros partidários? Isso não existe”, afirmou o senador.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011


Brasil tem 5 milhões de Pessoas em Situação de Pobreza

Índice de Desenvolvimento Humano em ritmo mais lento


Publicado no jornal O Globo – 03-11-11

O Brasil tem 5,075 milhões de pessoas que vivem em situação de pobreza, segundo o Relatório de Desenvolvimento Humano 2011. Esse número - que equivale a 2,7% da população do país - abrange indivíduos que, além de não terem renda, vivem sem acesso a educação ou saúde ou condições de vida consideradas decentes (como água, luz e saneamento, por exemplo). Para as Nações Unidas, a pobreza deve ser medida não apenas de acordo com a renda, mas com as privações que os indivíduos enfrentam para ter qualidade de vida.

Por isso, desde o ano passado, o relatório traz o chamado Índice de Pobreza Multidimensional (IPM). Por ele, é classificado como pobre qualquer indivíduo privado de pelo menos três de um total de dez indicadores considerados importantes para se ter qualidade de vida: nutrição, baixa mortalidade infantil, anos de escolaridade, crianças matriculadas em escolas, energia para cozinhar, toalete, água, eletricidade, moradia digna e renda. E quanto maior o número de indicadores, mais grave é a situação.

Por esses critérios, 1,7 bilhão de pessoas em 109 países, ou um terço da população mundial, vivem em situação de pobreza. O valor é ainda maior do que o grupo de 1,3 bilhão de pessoas que vivem com US$ 1,25 ou menos por dia, que é a linha internacional de pobreza. De acordo com o relatório, Níger é o país com maior proporção de pessoas em pobreza multidimensional, com 92% da população nessas condições.

No caso brasileiro, quando se considera a proporção de pessoas em situação de pobreza grave (com privação em pelo menos 5 dos 10 indicadores), 375 mil indivíduos são afetados. No entanto, 13,2 milhões de pessoas se encontram numa situação vulnerável, ou seja, sofrem até três privações.

No entanto, quando se considera a população que vive com menos de US$ 1,25 por dia no país, o percentual é bem maior: 3,8% ou 7,142 milhões de pessoas. Para o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento Humano (Pnud), esse quadro indica que, mesmo não tendo renda, uma parte da população pobre tem acesso a outros recursos como saúde ou educação.

Embora o Relatório de Desenvolvimento Humano de 2010 apontasse que 8,5% da população brasileira viviam em situação de pobreza, o indicador de 2,7% em 2011 não significa uma melhora brutal dos dados do país. Isso porque o que afetou o IPM foi uma mudança na base de dados da pesquisa.

No ano passado, os números da área de saúde eram de um relatório da Organização Mundial de Saúde de 2003. Agora, os dados utilizados são os da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) relativos a 2006. Por isso, os números não são comparáveis.