terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Minas Encerra Ano com Resultados Positivos

Publicado no Estado de Minas – 11-12-12

Os desdobramentos da crise financeira internacional, bem como as incertezas quanto às perspectivas de crescimento da economia brasileira marcaram o ambiente econômico de 2012 e implicaram cautela dos investidores. A despeito desse cenário, a economia mineira vem apresentando trajetória de recuperação, mantendo, desde o final de 2011, um ritmo superior ao do Brasil em termos de crescimento do PIB.

A secretária de Estado de Desenvolvimento Econômico, Dorothea Werneck, destacou, durante entrevista coletiva na tarde desta segunda-feira, a divulgação de outros índices em que o Estado atingiu patamares superiores ao do Brasil.
        
PIB

Até o segundo trimestre de 2012, o Estado vinha mantendo um ritmo superior ao do Brasil em termos de crescimento do PIB. No acumulado do ano (janeiro e setembro), de acordo com a Fundação João Pinheiro (FJP), Minas Gerais registrou uma variação de 2,1%, enquanto o Brasil apresentou uma variação de 0,7% no mesmo período. Esse resultado aponta a tendência de que Minas termine o ano com uma variação real do PIB superior à prevista para o Brasil.

Outro número positivo é o da produção industrial. De acordo com os últimos dados do IBGE, a produção industrial estadual também vem crescendo acima da média nacional. Em outubro de 2012, a produção industrial em Minas cresceu 2,8%, em relação a setembro, já descontadas as influências sazonais, enquanto que o Brasil, na mesma comparação, apresentou crescimento de 0,9%.

Grau de investimento

A agência americana de classificação de risco, Standard & Poor’s, publicou em julho deste ano, relatório técnico atribuindo ao Governo de Minas o rating (BBB-) indicando o Estado ao status de investiment grade (grau de investimento). A classificação do Estado no grau de investimento permite diversos benefícios, como um ambiente de negócios mais favorável, taxas de juros menores e atração de grandes investidores de países desenvolvidos que, por regras dos seus estatutos, só podem investir em ativos considerados de baixo risco.

Já em novembro deste ano, a mesma agência de classificação de risco anunciou para o Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG) o rating correspondente ao grau de investimento nas escalas nacional (AAA) e global (BBB-), com perspectiva estável, segundo avaliação da Standard & Poors (S&P). Essa conquista abre novas frentes de atuação para o banco. A partir de agora, o BDMG poderá acessar o mercado internacional e ainda contar com uma redução nas taxas de captação. Com isso, o banco terá mais possibilidades de garantir funding adequado para ampliação de suas operações.

“Todos estes indicadores demonstram que Minas Gerais está no caminho certo. O grande desafio para 2013 é manter estes resultados positivos”, afirmou Dorothea Werneck.

Atração de investimentos

O ano de 2012 consolidou Minas Gerais como importante polo de atração para os investimentos. Foram assinados, com assistência do Instituto de Desenvolvimento Integrado (Indi), entre janeiro e novembro, 158 protocolos de intenções para investimentos em diversos setores, que somam R$ 17,4 bilhões, com a criação de 66.379 empregos (26.821 diretos e 39.558 indiretos).

O presidente do Indi, José Frederico Álvares, destacou o número de protocolos firmados com o Governo de Minas Gerais, salientando que a atração de investimentos contemplou todas as regiões do Estado. “Além de melhor distribuídos, houve também uma diversificação dos setores, cujas empresas optaram por investir em Minas. A grande motivação do Indi é continuar a prospecção de novos projetos e criar, cada vez mais, melhores condições para atrair investidores”, frisou.

Minas foi classificada também entre os três estados mais competitivos do país, de acordo com estudo divulgado pelo grupo inglês Economist Intelligence Unit (EIU), da revista The Economist. O estudo analisa 26 indicadores divididos em oito categorias e dá notas de 0 a 100 para os Estados. Minas Gerais ganhou a nota máxima (100 pontos) nos indicadores de política de investimentos estrangeiros, estabilidade política, universitários graduados, plano de meio ambiente, reguladores ambientais, incentivos fiscais para pesquisa e desenvolvimento e investimento.

Uma das grandes preocupações da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sede) tem sido a divulgação das principais vantagens competitivas do Estado, no sentido de ampliar a participação de Minas no cenário nacional e também internacional. A Sede tem pautado sua atuação na ampliação do desenvolvimento, com foco na nova economia e em projetos que permitam a diversificação econômica e a geração de empregos mais qualificados. Os resultados dessas políticas podem ser percebidos nos números de vários indicadores econômicos.

No âmbito nacional, Minas foi o Estado número um em política de investimento estrangeiros, à frente de Rio de Janeiro e São Paulo, segundo e terceiro colocados, respectivamente.

PPP
Outro reconhecimento internacional obtido pelo Estado veio com o Prêmio de Melhor Programa de Parcerias Público-Privadas do Mundo, concedido este ano pela revista britânica World Finance, publicação especializada em finanças e reconhecida internacionalmente, que, desde 2007, premia organizações, em todo o mundo, líderes em seus setores. Este ano, pela primeira vez, foi incluída na premiação uma categoria governamental: Melhor Programa de Infraestrutura/PPP.

Quatro contratos de PPP já foram concluídos ou estão em fase de conclusão e outros sete estão em fase de modelagem e de procedimento de manifestação de interesse. 

Comércio exterior

Minas Gerais continua sendo o principal responsável pelo saldo comercial do país, mesmo tendo apresentado queda nos números da sua balança comercial em novembro, em consequência da crise econômica mundial. O saldo comercial em Minas atingiu US$ 22,28 bilhões no acumulado dos últimos 12 meses (dezembro de 2011 a novembro de 2012), enquanto o saldo nacional foi de US$ 21,02 bilhões no mesmo período de comparação. Já no acumulado do ano (janeiro a novembro), o saldo comercial de Minas foi US$ 19,7 bilhões enquanto o saldo nacional ficou US$ 17,2 bilhões.

Também apresentaram seus destaques os presidentes das instituições que compõem o Sistema de Desenvolvimento Econômico, como BDMG, Cemig, Gasmig, Codemig e Jucemg.
 

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Anastasia recebe homenagem do Minas Tênis Clube

O governador Antonio Anastasia recebeu, na noite dessa sexta-feira (30/11), no Teatro Bradesco, em Belo Horizonte, o Escudo de Ouro do Mérito Minastenista. A comenda é a mais alta distinção concedida pela Diretoria e pelo Conselho Deliberativo do Minas Tênis Clube, sendo oferecida a pessoas que se destacam em favor do desenvolvimento do Clube. A solenidade integrou as comemorações dos 77 anos do clube e também marcou a inauguração do Teatro Bradesco, que integra o Centro Cultural do Minas.
   


sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Novo Mecanismo para o Incentivo ao Esporte Mineiro

O governador Antonio Anastasia convida para a cerimônia de anúncio, nesta segunda-feira (3), às 10h, no Palácio da Liberdade, de novo mecanismo para o incentivo ao esporte mineiro.

Evento: Incentivo ao esporte mineiro.

Local: Palácio da Liberdade.

Horário: 10h

Data: 03/12/11 (segunda-feira)



segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Governador Lamenta Morte de Sérgio Miranda

O governador Antonio Anastasia lamentou a morte nesta segunda-feira (26) do ex-deputado federal Sérgio Miranda (PDT). De Washington (Estados Unidos), onde se encontra em viagem oficial, o governador lembrou a trajetória do ex-deputado.

“O deputado Sérgio Miranda foi um dos expoentes da moderna política mineira. Paraense de nascimento e considerado um dos mais atuantes parlamentares no Congresso Nacional, foi em Minas que, como professor, vereador e deputado, contribuiu para a melhoria das condições de vida no país. A seus familiares e amigos, em nome dos mineiros, nossa solidariedade neste momento de tristeza”, afirmou.

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Secretaria de Saúde Alerta sobre os Cuidados para Evitar Febre Amarela

Muito parecida com a Dengue, a febre amarela é uma doença infecciosa febril aguda, de curta duração (no máximo 10 dias) e de gravidade variável. Existem dois tipos de febre amarela, a silvestre, transmitida pela picada do mosquito Haemagogus, e a urbana transmitida pela picada do Aedes aegypti, o mesmo que transmite a dengue. Embora os vetores sejam diferentes, o vírus e a evolução da doença são absolutamente iguais. O vírus da febre amarela, pertencente ao gênero Flavivirus, da família Flaviviridae.


Segundo a Referência Técnica em febre amarela da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES/MG), Ludmila Santana, dependendo da gravidade, os principais sintomas de início súbito são: febre, calafrios, cefaléia, dores musculares, prostração, náuseas, diarreia, vômitos com aspecto de borra de café, evoluindo para um quadro ictérico podendo estar acompanhado de manifestações hemorrágicas.


“Não há transmissão pessoa a pessoa. A contaminação se dá pela picada dos mosquitos transmissores infectados. A melhor maneira de prevenir é evitar a permanência das pessoas em ambientes silvestres de áreas endêmicas, sem o uso de equipamentos de proteção individual como repelentes e vestimenta adequada (calça, camisa de manga comprida, botas, etc), retirar do ambiente doméstico todo objeto que possa acumular água e também atentar para manutenção do cartão de vacinação em dia, principalmente no período de férias“, completa.

 
A vacinação é uma importante forma de evitar a doença. A vacina pode ser administrada em indivíduos a partir dos nove meses de idade que residam ou irão se deslocar para as áreas com recomendação de vacina. O Estado de MG inteiro é área de recomendação de vacina. “Recomenda-se cautela e avaliação do risco benefício da aplicação da vacina para aquelas pessoas com histórico de alergia a ovo e seus derivados, grávidas e imunocomprometidos”, alerta a referência técnica. Em 2012 ainda não foi registrado nenhum caso de febre amarela humana. 
 


terça-feira, 24 de julho de 2012

Minas Gerais Lidera Geração de Empregos no País em Junho

  

Minas Gerais foi o estado brasileiro que mais gerou novos postos de trabalho no mês junho, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados, nesta segunda-feira (23), pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).


Esse desempenho é o resultado de 229.145 admissões e 190.661 demissões, o que resultou na criação de 38.484 empregos. Esse número foi de 120.440 mm todo o país.


Em comparação com o mês anterior, foram criados no Estado 5.800 postos de trabalho a mais, uma evolução de 18%. Nos dados nacionais, o desempenho de junho foi pior que o de maio, gerando 19.239 novos empregos a menos, o que representa uma queda de 14%.


O Caged também apontou, na comparação anual, que tanto Minas Gerais quanto o Brasil tiveram desempenho abaixo do mesmo período de 2011. Junho deste ano teve uma geração de 15% menos postos de trabalho que em 2011 para Minas Gerais (15% de queda); e para o Brasil essa redução foi de 94.953 (44% a menos).


Para o secretário de Estado de Trabalho e Emprego (Sete), Hélio Rabelo, Minas tem muito o que comemorar. “Nossa maior preocupação sempre foi gerar emprego a todos os mineiros. E agora temos a certeza de que nosso trabalho está dando certo. É uma grande alegria estarmos em primeiro lugar na geração de empregos. Hoje temos milhares de vagas abertas nas mais diversas ocupações, disponíveis em 135 unidades de atendimento ao trabalhador do Sine, que estão espalhadas por todo o Estado. E para quem quer conquistar melhores oportunidades, temos cursos em dezenas de áreas de atuação, para qualificar mais de 30 mil mineiros ainda este ano”, anuncia.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Governador Destaca Governo e Agentes Econômicos Sociais

O governador Antonio Anastasia participou, nesta sexta-feira (1º), da abertura do último dia do Encontro de Administradores do Banco do Brasil (BB), em Caeté, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. O encontro, realizado semestralmente, reúne 550 gerentes das agências em atividade em Minas Gerais e representantes do Conselho Diretor do Banco para traçar metas e alinhar a estratégia de ação em relação a produtos e serviços oferecidos pela instituição.


Ao lado do superintendente regional do Banco do Brasil, José Roberto Sardelari, Antonio Anastasia destacou, em seu pronunciamento, a participação de agentes econômicos e sociais, como o Banco, no processo de desenvolvimento do Estado.



“O Banco do Brasil tem acompanhado ao longo desses anos a grande metamorfose econômica, social e produtiva de Minas Gerais. Desde 2003, trabalhamos muito em nosso estado, de um lado só da mesma mesa, para conseguirmos apresentar aos mineiros resultados bons e efetivos, fazendo com as pessoas sentissem a ação do Governo. A partir de um trabalho integrado e coletivo, não só do Governo, mas realizado por todos agentes econômicos e sociais de nosso Estado, empresários, trabalhadores, universidades, sociedade civil organizada, conseguimos apresentar excelentes resultados. Neste contexto o Banco do Brasil teve um papel de grande destaque”, disse.


O governador mencionou os números do Banco do Brasil em todas as áreas, ressaltando sua contribuição na prosperidade do agronegócio mineiro, com financiamento e crédito. Ele falou dos incentivos do Banco à viabilização dos parques tecnológicos, capazes colocar no mercado novas empresas que contribuem com o grande esforço do Governo em gerar empregos de qualidade e agregar valor aos produtos mineiros.


“O Banco do Brasil é o orgulho do país, mas ouso dizer, o orgulho especial dos mineiros. É o banco responsável pelos excelentes números do nosso agronegócio, por projetos sociais importantes que o Estado desenvolve, mas, fundamentalmente, por este momento feliz da nossa economia mineira. A presença do Banco do Brasil em tantos municípios com seu crédito, com sua ação sempre tão ativa, mas, em especial, com a qualidade dos seus servidores, corpo técnico de altíssima qualificação tem permitido a Minas Gerais avançar muito”, destacou.


O BB é o banco que mais apoia o agronegócio mineiro, com R$ 9,2 bilhões em recursos aplicados no crédito rural, incluindo custeio, investimento e comercialização. No Pronaf são mais de 211 mil contratos, que totalizam R$ 3,3 bilhões.


Na safra 2011/2012, o estoque de operações para a agricultura empresarial de Minas chegou a R$ 2,8 bilhões em recursos aplicados. Para a agricultura familiar, o estoque foi de R$ 1,1 milhão em recursos aplicados. Ao todo, Minas possui R$ 4 bilhões em recursos aplicados, contra R$ 36 bilhões no País. No crédito agrícola, os valores liberados pela rede de varejo representam 83,21% do total aplicado pelo Banco em Minas.